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Killzone: Mercenary

Mensagem por teilor em Qui Ago 29 2013, 04:13

No mundo dos portáteis, a presença da Sony pode muito bem ser comparada à estratégia da Nintendo com seus recentes consoles de mesa. Por mais que apresente uma grande coleção de jogos pequenos e independentes e uns poucos títulos third parties de respeito, são realmente os exclusivos que fazem a fama do Vita e mostram a que o aparelho veio.



Basta parar para pensar. Além de Assassin’s Creed 3: Liberation e Persona 4 Golden, que outros títulos realmente fizeram você pensar que o portátil da empresa era uma máquina respeitável? Nomes como Gravity Rush e Uncharted: Golden Abyss ganham agora mais um colega de peso, na forma de Killzone: Mercenary.

Após um período Beta apenas para usuários da PlayStation Plus, o modo multiplayer do título está agora liberado gratuitamente para todos os jogadores. A ideia é testar a infraestrutura que serve ao game e dar aos fãs um gostinho do que está por vir logo ali na frente, no dia 10 de setembro.

E, pelo menos segundo o que é exibido nessa versão prévia, Killzone: Mercenary não deve muito a qualquer outro jogo de tiro em primeira pessoa nos consoles. E para quem ainda está esperando todas as promessas feitas pela Sony no lançamento do Vita, o título pode servir como uma resposta.

Em poucos minutos, tudo muda

O Beta tem poucas opções de jogatina, mas que são suficientes para mostrar a que o jogo veio. Por enquanto, apenas o modo Warzone – uma coletânea de diversas modalidades de jogo – está disponível, para ser jogado em apenas um mapa. Com poucos toques, você já está na ação, devido ao matchmaking rápido desenvolvido pela Guerrilla.



A ideia de Warzone é misturar dinâmicas de gameplay e inserir objetivos na partida, indo além do simples mata-mata. Os pontos são obtidos quando a equipe cumpre os requisitos específicos, enquanto os assassinatos dos inimigos, coletas de itens e outras atividades contam para o crescimento pessoal, acumulando dinheiro para a compra de itens.

A primeira missão é Body Count, o tradicional team deathmatch, que é rapidamente substituído por Bounty Hunter. Na modalidade, apenas matar não é suficiente e você também deve coletar a carta de cada um dos inimigos assassinados, obtendo assim pontos e também mais dinheiro para gastar.

É em Interrogator que as coisas começam a ficar interessantes. O objetivo aqui é incapacitar seu adversário, efetuando a seguir um ataque de proximidade para arrancar informação dele. Isso se dá por meio de toques sincronizados na tela, mas cuidado: a ação deixa você exposto a ataques inimigos.

Por fim, temos o grande destaque, Hacker. O modo é jogado duas vezes em cada partida e consiste na invasão dos sistemas de mísseis que caem aleatoriamente pelo mapa. Para fazer isso, é preciso acertar sequências de símbolos usando a touchscreen do Vita, e o sucesso nas missões garante itens especiais como bombardeiros e lasers de grande impacto.



As mudanças repentinas de modalidade e as situações randômicas criadas por isso tornam a jogabilidade variada e bem frenética. Mesmo com poucos jogadores online – um problema que parece comum, pelo menos na Beta – não existem situações onde você ficará sem ter o que fazer ou se verá andando a esmo. É aqui que reside um forte candidato a melhor multiplayer de um console portátil.

Nem tudo são flores

A afirmação acima, porém, decorre mais da ausência de modos competitivos propriamente ditos em consoles de mão, e não de uma teórica perfeição de Killzone: Mercenary. O título, como todos que aparecem em um console que ainda começa a engatinhar em certos aspectos, aparece com problemas que, com toda certeza, incomodarão os veteranos da matança conectada.

De forma a tornar a jogabilidade dinâmica para um console portátil, mesmo que com poucos jogadores, a Guerrilla investiu em um mapa pequeno e bastante vertical, com corredores e diversos pontos de entrada e saída. O problema, porém, reside nos pontos de ressurgimento fixos, que não levam em conta a posição dos inimigos.



Isso leva a um problema constante, pelo menos durante nosso tempo com a Beta: o base rape. São diversas as ocasiões em que o jogador renasce apenas para morrer logo em seguida pela ação de um inimigo posicionado logo ao lado. Quando pensamos que existe um modo que premia a morte de adversários, a tática torna a jogabilidade completamente desleal.

A segunda falha está nos controles e, aqui, decorre da ausência de um botão sob os analógicos do PlayStation Vita. Assim, a ação de correr mais rapidamente é realizada por toques rápidos no Círculo, que também é usado para abaixar. Não serão raros os momentos em que você vai avançar em vez de se esconder, resultando em uma morte por bobeira.

O uso da tela de toque, pelo contrário, aparece na medida. A touchscreen é usada para trocar de armas e a Guerrilla investe fortemente nos bombardeiros, usando o display para selecionar e explodir inimigos. Toda a interação com menus também é feita por meio deste método.

Super Trunfo da violência

Para evidenciar a temática do game, Killzone: Mercenary usa um sistema de cartas para categorizar cada jogador de acordo com sua habilidade, potencial destrutivo e preferência de equipamento. A hierarquia é a mesma de um baralho comum e, quanto melhor for o seu desempenho, maior será sua graduação.

A dinâmica serve também para gerenciar os ganhos em dinheiro do jogo e privilegiar os jogadores iniciantes. Caso você seja um novato e mate um oponente de nível bem mais alto, seus ganhos serão maiores. O inverso também vale e os velhacos que se aproveitam da ingenuidade dos novinhos não lucrarão muito com a morte da carne nova.



Todo o dinheiro obtido vai para a compra de equipamentos como granadas, novas armas e coletes. Ao abrir mão do sistema tradicional de evolução, a Guerrilla Games segue uma tendência que começa a se iniciar em alguns dos principais jogos com multiplayer e abre um precedente interessante, principalmente para quem não pode se afundar por horas e horas no game.

Seria, então, Killzone: Mercenary a salvação do PlayStation Vita? Provavelmente não. Mas com certeza é um passo adiante no objetivo de tornar o portátil uma plataforma com mais representatividade no mercado. Resta apenas que as desenvolvedoras third parties também lancem games com esse tipo de qualidade, ou mais.

O título é exclusivo e chega no dia 10 de setembro.

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